Canção de ninar
(revisada)
Roda gigante, bambalalão
Ele é brincante, bicho papão
Durante o dia, muito pião
E à noitinha bola na mão
Quem é, quem é
Esse menino
Que aquece tanto
Meu coração
A bicicleta e o caminhão
Ele é valente, tem medo não
Durante o dia, quer macarrão
E à noitinha, um campeão
Quem é, quem é
Esse menino
Que aquece tanto
Meu coração
Amanhã tem mais
Dorme feliz, meu nenem
E se for capaz
Leva as estrelas também
Sonha com o papai
Sonha com a mamãe
Sonha e dorme em paz
Para acordar muito bem
Amanhã tem bem mais
Tem o samba-lelê
Sonha com o Pica-pau
Que vai brincar com você
Durante o dia, quer caminhão
Ele é valente, bicho-papão
A bicicleta, tem medo não
Quem é, quem é, meu campeão
Aeroporto
(revisada)
No corredor, na escadaria
Na rampa íngreme, vista pro rio
No sol que arde ao seu chegar
Ainda dá tempo do dia passar
Da noite cair de pouco em pouco
Ainda te encontro no espelho d´água
Na cor marrom, na fruta seca
No céu de flores juntas ao teto
Na quinta letra de qualquer livro
O tempo não passa neste portão
De repteis fúteis, de regras claras
Ainda atrás da sua vez
Voar.
Ainda dá tempo, de esquecer disso tudo
Antes de sair, depois de você chegar
Minha casa fica perto
Nada nos separa
Turbulência leva para longe de ti
Se tudo der certo chega a minha vez
Se der tudo errado, dá na mesma outra vez
No corredor, na escadaria
Na rampa íngreme, vista pro rio
Antes de sair um sol de arder
Ainda dá tempo do dia correr
Da noite cair de pouco em pouco
Ainda te encontro no espelho d´água
Tom de dom (1ª versão)
Emudeceu que se parou, veio canção bem da razão
um pé no lá, outro de chão que nunca foi desses comuns
e se teceu, amalgamou e fez canção naquelas mãos.
A voz tentou, pouco parou, correu pro céu com ar de dom
sobrevoou o globo azul, e pôde ouvir outros de si
pra que parar, se é o voar que vai pairar em seu lugar.
E doce é o céu a passear no olhar
ar de amada tez, saliva de paladar
por para raios, cheiro de trovão
luz nuvem que cai a perfumar
tez do chão
Alguém consegue ouvir
traz novos cantares, sim
com tom de dom
cantando só coração.
Emudeceu que se parou, veio canção bem da razão
um pé no cá, outro do lá que nunca foi desses daqui
e se teceu, um tanto amou e fez canção com estas mãos.
Quase uma dor
Faz assim não
Tanto temor
Sem mais ardor
Um jeito assim
Da vida sem
Quase uma dor
De tanto amor
Saudade não
Vai mais além
Deixa aqui não
Morre lá bem
____________
Preste atenção
Guarde lá bem
Qual uma flor
Perene sem
Vida sem dor
Morte já vem
Cultive aqui
Todo o calor
O frio não vem
À toa não
Entoe bem
Essa canção
___________
Onde isso vai além mar
Lá
bem longe vem
Um querubim avisar
Não
Não olhe lá
Aqui há lugar
Um
dia foi lá
jamais será
Quem vem lá?
Não
Não olhe lá
Aqui há lugar
Um
dia foi lá
jamais será
Quem vem lá?
____________
Quase uma dor
Faz assim não
Tanto temor
Sem mais ardor
Um jeito assim
Da vida sem
Quase uma dor
De tanto amor
Saudade não
Vai mais além
Deixa aqui não
Morre lá bem
O fim sem fim
Navego só, só sei seguir
Desato nó, não esqueci
Desato nó, não esqueci
Não há perdão para o devir
A solidão começa aqui
Eu grito a deus, busco o que há
Nos olhos seus, o fim sem fim
Deságua em pó, posse-ilusão
Não tenha dó, dói na canção
Eu e você, tão doce mel
Melhor dizer, nem é ruim
É triste, enfim, existe o mar
Resiste o barco a naufragar
Certo que haverá um novo sol amanhã
Parto, há um porto perto, em outro lugar
Tela feito um fio, vela azul vazio
Vento, contornar, é impossível ficar
Vê, trago em mim algo seu
Parte que não desprendeu
Sinto atravessado o meu futuro passado
Navego só, só prosseguir
Acato o nó, não esqueci
Despeço e fui, vou logo ali
A barca rui, sobrevivi
Um surdo adeus me faz voltar
Para um lugar que não há
Pra que Sorrir?
Não é real
Pra que iludir, causando o mal?
E essa malícia eu já entendi
Pra que iludir, causando o mal?
E essa malícia eu já entendi
É simular o que já foi
E ignorar o quanto dói
te ver fingir. Pra que sorrir?
E ignorar o quanto dói
te ver fingir. Pra que sorrir?
Teu riso sai protocolar
É golpe baixo a me atiçar
E mesmo certo que é má-fé
Sempre me deixo esmorecer
É golpe baixo a me atiçar
E mesmo certo que é má-fé
Sempre me deixo esmorecer
És como lei a me reger
e me punir. Pra que sorrir?
Mas se tu voltasses a sorrir sem mentir
Ah! Seria a paz! A redenção! O perdão!
Se eu pudesse, enfim, ter o que passou
Haveria valsas ressoando no ar
Ah! Que coisa linda! Ah! Que coisa louca...
Não, é só ilusão! Perdeu-se a chance de amar
Ah! Seria a paz! A redenção! O perdão!
Se eu pudesse, enfim, ter o que passou
Haveria valsas ressoando no ar
Ah! Que coisa linda! Ah! Que coisa louca...
Não, é só ilusão! Perdeu-se a chance de amar
Meu coração, não sei por quê
Quer proteção quando te vê
Mas mesmo assim, foge de mim
Se tu sorris, te segue atrás
Bem infeliz, não é capaz
de resistir. Pra que sorrir?
de resistir. Pra que sorrir?
https://www.dropbox.com/s/ah64nvgyifly21v/so%20sei%20que%20foi%20assim%20-%2020150827-152909.mp3?dl=0
Anda
Vem pro baião
Vem pro xaxado
De pé no chão
Ao som do fole
Do Gonzagão
Do resfolego
De Sivuca
Ou da batida do pandeiro
Já que esse som é bem brasileiro
Anda
Vem pro baião
Vem pro xaxado
De pé no chão
Ao som do fole
Do Gonzagão
Do resfolego
De Sivuca
Ou da batida do pandeiro
Já que esse som é bem brasileiro
Como tudo que é simples
Na vida lá dos sertões
Se despe
Do que te pesa
Deixa voar nas monções
Vem viver Arianos
Ouvir conversas de Chicó
Se teve um cavalo bento não sei
Só sei que foi assim
Ritmos nordestinos
Trazem um bem sem fim
Sei não como isso me aconteceu
Só sei que foi assim
Anda Vem pro baião
Vem pro xaxado
De pé no chão
Ao som do fole
Do Gonzagão
Do resfolego
De Sivuca
Ou da batida do pandeiro
Já que esse som é bem brasileiro
Fumo de rola, arreio de cangalha
É bom pro seu coração
Bolo de milho, broa e cocada
É bom pro seu coração
Farinha, rapadura e graviola
É bom pro seu coração
E um sanfoneiro no canto da rua
É bom pra qualquer coração
Aqui Estou
Cantando baixo essa saudade
Entendo agora nada passou
Foi nada fácil, essa vontade
De te dizer aqui estou
Escrevo e nego, esta canção
Que só demonstra minha intenção
Passei por todas as sensações
Paixão, amor, desprezo e dor
E hoje escrevo esses refrãos
Pra te dizer que errei amor
Tá nada fácil , essa vontade
De te dizer, aqui estou
Lembra daquele tempo onde erámos um só
Contávamos os segundos pra ficarmos as sós
Quantas lembranças, nesta canção
Pego o telefone pra dizer, minha intenção
Nessas andanças,
Sobram as aflições
Nada parece fácil, quando se diz solidão
Falando baixo essa oração
Entendo agora de ilusão
Entreguei os pontos, confesso agora,
Será que existe , algum perdão?
Tá nada fácil, essa vontade
De te dizer aqui estou.
OUTRA VEZJá não importaO que passouSe continuoAqui tão bemCom meu amorcom meu carinhodeite comigoó, Meu benzinhoque eu não vou maisme LamentarEstamos juntos outra vezse já me bastao que restouE eu continuoa te amarmesmo que a sombraainda existae a memoriafresca estavamos vivere esquecerestamos juntos outra vezfoi outro caminho, outro abraçooutro alguéma minha tristeza agora posso esquecer- já que ainda querser o meu benzinhoagora está aquivoltou pra mimperdoei - (2X)aqui estamosJá passouO nosso amorvai renascervelhas históriasnossas memoriasvão ajudarquem sabe um diavai me olharcomo na nossaprimeira vez
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